Passárgada Square

domingo, janeiro 28, 2007

Ping Pong

3 nomes pelos quais você atende:
1) Simone
2) Si
3) Mone/Moninha

3 coisas que você gosta em você:
1) minha sensibilidade
2) meu sorriso
3) meu cabelo

3 coisas que você odeia/não gosta em você:
1) minhas pernas
2) minha (má) postura
3) minha dificuldade de entrar de cabeça nas situações

3 partes da sua herança:
1) o sorriso e o jeito atrapalhado para algumas coisas da minha mãe
2) as pernas grossas do meu pai
3) a determinação, a independência e a coragem da vovó

3 coisas que assustam você:
1) assalto
2) doença grave
3) pensar que posso perder (fisicamente) quem amo

3 coisas essenciais no seu dia:
1) música
2) internet
3) e-mails c/ as amigas

3 coisas que você está vestindo agora:
1) regata
2) calcinha
3) fitinha do Nosso Senhor do Bonfim

3 dos seus artistas/bandas favoritos (neste momento):
1) Everything But The Girl
2) Barry White
3) Los Hermanos

3 das suas canções favoritas (neste momento):
1) Walking After You – Foo Fighters
2) No Difference - EBTG
3) Choro Bandido – Chico Buarque

3 novas coisas que você quer tentar nos próximos 12 meses:
1) fazer aula de dança
2) uma viagem bacanuda
3) aprender uma língua nova

duas verdades e uma mentira: qual é a mentira?
1) odeio o filme "Closer"
2) tive um dente no meio do céu da boca
3) nunca fumei cigarro

3 nomes de filhos:
1) Maria Luiza
2) Clara Luz 3) Heloisa
4) Bruno
5) Miguel (não consegui colocar só 3)

3 coisas que simplesmente você não consegue fazer:
1) armar barraco (mas um dia ainda conseguirei armar um daqueles homéricos, pra compensar todos os que não armei a vida toda)
2) precisar das pessoas pra fazer qualquer coisa
3) ser menos sonhadora

3 dos seus hobbies favoritos:
1) ler e escrever
2) viajar
3) internet

3 coisas que você quer fazer antes de morrer:
1) morar no Rio de Janeiro
2) encontrar a pessoa certa
3) ter filhos

terça-feira, janeiro 23, 2007


Se não fosse isso, era menor.
Se não fosse tanto, era quase.

quarta-feira, janeiro 17, 2007



Hoje eu estava arrumando o arm�rio e, sem querer, achei uns rascunhos de mim...

terça-feira, janeiro 16, 2007

Que porra é essa???

Tudo começa na infância, com seus pais dizendo o que é certo e errado. Você apronta alguma e lá está ele, o olhar de punição, aquele olhar feio, que só de lembrar faz você titubear antes de se aventurar numa nova traquinagem.
Depois você entra na escola e quer ser bem aceito pelas outras crianças. Surgem os primeiros desejos de se socializar, fazer amigos, de ser querido. Pena que o olhar infantil, o do coleguinha, muitas vezes é cruel. Ele aponta seu defeito sem dó nem piedade.
Nesta época também entra a figura da professora, que de certa forma, continua o trabalho iniciado pelos pais, em casa. Ela dita o que é certo e errado, impõe limites, aprova e reprova. Por diversas vezes você se sente dividido entre bagunçar com a turma, ser idolatrado pela garotada por suas peripécias, chamar atenção da loirinha de rabo de cavalo alto e prestar atenção na aula, fazer todos os deveres, ser elogiado pela professora e seus pais.
Chega a adolescência. A fase em que, talvez, o olhar alheio tenha mais importancia, seja mais decisivo em sua vida. Você quer pertencer a um grupo, ser popular, requisitado. Faz de tudo para chamar atenção e de tudo e mais um pouco pra ocultar-se, quando necessário. Levar um não de uma paquera pode parecer mortal, o pai buzinar na porta do colégio faz você querer mudar de escola, nunca mais aparecer na aula.
Quando pensa que virou adulto, lá continua você, sob o olhar alheio. Se sua mãe não concorda com uma decisão tomada, colocá-la em prática não terá a mesma graça. Quer ir pra praia e a namorada para o campo, acaba indo para o campo para agradá-la. O chefe critica seu desempenho e lá se vai o seu bom humor. Continua querendo ser bem aceito no seu grupo – a única coisa que melhora é que seu grupo já está definido – e as vezes faz coisas mais bizarras do que na adolescência em nome do coletivo. Como engolir sapos, fingir que não perecebe más intesões, tudo pra não gerar um mal estar grupal.
E a vida toda você vai viver subordinado ao olhar do outro. Vai sempre querer ser gostado e aprovado por todos. Visto o mal que te causa quando descobre que alguém não vai com a sua cara.
Quem falou que todo mundo tem que gostar de você? Quem falou que você tem que ter aprovação unânime. Você gosta de todas as cores, de todas as comidas, de todas as pessoas? Tem gente que adora quiabo, outros odeiam. Não se define se quiabo é bom ou ruim, assim como você não é bonzinho ou malzinho se alguém faz ou não gostar de você.
O mundo todo não é obrigado a te amar e isso não te faz melhor ou pior. Muita gente não gosta de você, sem você ter causado dano algum a elas. Porque gostar é assim, é química, é santo que bate, é subjetivo, no mais amplo sentido que é gostar de alguém. Eu sei, eu sei, vai explicar isso pro complexo de rejeição?
A verdade é que o olhar do outro sempre vai exercer fascínio e influência sobre o ser humano. Deve ser porque sozinhos não conseguimos nos conhecer por inteiro, nunca obtemos o almejado auto-conhecimento em sua plenitude. Então, tentamos captar nossa imagem através do ollhar do outro. E ninguém quer ficar mal na foto.
É antagônico perceber que disperdiçamos boa parcela da vida e de nossa energia tentando agradar a terceiros, para receber de volta o olhar de aprovação. Quando, de modo simplista, cada um deveria viver para satisfazer seus próprios desejos e aspirações.
É preciso respeitar o olhar do outro. É preciso (com) viver com o olhar alheio. Mas jamais perder os seus olhos.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Samba da BENÇÃO


É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
É preciso um bocado de tristeza
Senão não se faz um samba, não
Fazer samba não é contar piada
E quem faz samba assim não é de nada
O bom samba é uma forma de oração
Porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste, não
Põe um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração
É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Põe um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Pedidos atrasados

Na noite de Reveillon eu não tive condições de fazer meus pedidos de Ano Novo. Fiquei eufórica, o álcool tomou conta de mim, quando percebi já estávamos cantando num tom bastante alterado de voz "adeus ano velho, feliz Ano Novo" e dali a alguns instantes detectei fogos pelo ar. Aí caiu a ficha: é meia-noite!
Olha meu Deus, o que valem são as intenções e as boas valem mais ainda. Por isso, como ainda tá bem no comecinho do ano, acho que ainda é tempo de fazer meus pedidos...
Não sei nos últimos anos fui bem clara quanto a eles. So, let's try again! Eu continuo, e vou continuar até achar, querendo um amor. Ano passado você mandou qualquer coisa. Mas este ano, já vou avisando, não vou me contentar com coisa qualquer, com imitação de amor, amor do Paraguai, amor meia-boca.
Não se esqueça que já fiz progressos. Até deixei de acreditar em príncipe encantado e no homem-da-minha-vida! Eu troco o homem-da-minha-vida por um homem íntegro e sincero. Inteligência é fundamental, além de um pouco de sensibilidade - dentro dos padrões masculinos. "Interessância" e gentileza também me agradam. Quero amor a flor da pele e a flor da cuca.
Adoraria conhecer um punhado de gente nova, gente nova que acrescente, amigos de bom coração. Tô meio cansadinha dessepovotudo que entra e sai da minha vida sem deixar nada. Manter as boas e antigas amizades! Ficaria bem feliz em carregá-las comigo pra sempre.
Faça com que meus momentos autistas sigam prazerosos e cheios de sensações de liberdade. Viagenzinhas, viagenzonas (as mentais eu nem peço porque fluem naturalmete), novos lugares. Muitos melhores dias!
Trabalhos bacanas quem rendam dinheiro no bolso para umas extravagâncias. SAÚDE PRA DAR E VENDER NA MINHA FAMÍLIA, isso nunca esqueça de mandar.
Ah, peço também alguns "temperos"como: gargalhar de fazer a barriga doer, sensação de derreter-se por alguém, vento que descabela o cabelo na estrada, primeiro encontro, panqueca da Pousada da Alcobaça, por-do-sol, papo cabeça, brigadeiro, deitar no coqueiral e ver o céu estrelado, frio na barriga, filme cabeça, filme fofo, abraço apertado, idas ao Rio, letras de música que eu gosto.
Vou tentar fazer minha parte. Promete que faz a sua???***


PS: Como é comecinho de ano, não resisti e coloquei fotinho-clichê, estilo alegria de banco de imagem...

domingo, janeiro 07, 2007

Quem sou eu???


Eu sou a menina que entrava correndo em casa, depois do colégio, perguntando o que tinha para o almoço. Sou tímida e faladeira, uma das milhares contradições que moram em mim. Eu sou assessora de imprensa. Sou quem sente saudade de todos os momentos felizes que viveu. E sou frustrada por não conseguir guardá-los numa caixinha no fundo do armário, para poder revisitá-los sempre que eu quiser. Estou aprendendo a dizer “não” e a dizer quase tudo o que sinto.Eu sou grande admiradora de Vinicius de Moraes e adoraria ter conhecido ele. Ter conhecido ele e o Cazuza. Dois poetas, dois exagerados. E por falar em exagero, prefiro o exagero à falta. Sou a que não tem das melhores auto-estimas deste mundo. Sou in-su-por-ta-vel-men-te apaixonada pelo Rio de Janeiro. Quando chego lá, é só colocar o pé para fora do avião e avistar o Cristo, que mudo o estado de espírito instantaneamente – pra melhor. Sou a que ao ver o pôr-do-sol e o mar da pedra do Arpoador, acredita que a vida é bela e em um monte de outras pieguices clichês que conferem mais leveza à própria vida. Sou das poucas mulheres que é satisfeita com o cabelo que tem. Sou afobada, desorganizada, tenho bom humor matinal, queria estar sempre apaixonada, dia após dia. Tenho pavor de quem nunca se apaixona, nunca se doa, nunca se permite.Sou a que faz quase tudo ouvindo música, e a trilha sonora é variada. Pode ser cafona, mas curto demais Marvin Gaye e Barry White. Jorge Ben lava a alma, Bossa Nova faz carinho no ouvido, Lounge relaxa, “Vento no Litoral”, do Renato Russo faz chorar e a lista se estenderia por toda página. Eu sou a que tem uma turma de amigas que mandam e-mails o dia inteiro e fazem com que a rotina do trabalho seja bem menos dura. Com elas é sempre garantia de baladas, happy hours, cinema, viagens, jantares com risadas gratuitas. E me conforta quando elas dizem “Ainda bem que a gente se tem”. Sou a que tem sonhos comuns: um amor, casa, filhos, cachorro e bagunça. Mas, antes disso, vou conhecer muitos lugares e pessoas, dançar muitas músicas, ir à muitas festas. Sou meus tropeços e meus saltos. Sou um tanto da minha mãe e um outro tantão da minha avó. E isso faz com que eu sinta um pouquinho menos de saudade dela. Eu sou muito eu e queria ser mais ninguém.